Hungria

Gênero

hip hop, trap, pop

Atividade

2005 - Presente

Origem

DF - Brasil

Gravadora

Best

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Descrição

Gustavo da Hungria Neves (Ceilândia, 26 de maio de 1991), mais conhecido pelo seu nome artístico Hungria Hip Hop ou somente por Hungria, é um rapper, cantor e compositor brasileiro.

Hungria ficou conhecido nacionalmente pelo seu primeiro single, “Bens Materiais”, mas só alcançou sucesso fora do território nacional com as músicas “Dubai”, “Lembranças”, “Coração de Aço”, “Beijo Com Trap”, “Temporal”, “Chovendo Inimigo”, “O Playboy Rodou”, “Não Troco”, “Quebra-Cabeça”, “Um Pedido”, “Insônia” e “Amor e Fé”, com cada uma delas ultrapassando a marca de 100 milhões de acessos na Internet.

Atualmente, um dos seus maiores hits “Lembranças”, possui mais de 300 milhões de acessos no YouTube e tornou-se trilha sonora de Malhação: Viva a Diferença. Hungria lançou três álbuns de estúdio, três EPs, possui um certificado de disco de ouro em Meu Carona, um certificado de single de platina em “Insônia 2”, um certificado de ouro em “Amor e Fé”, um certificado de platina 2x em “Outro Patamar” e “Temporal”, um certificado de diamante em “Cruzeiro da Revoada”, um certificado de ouro em “Cama de Casal”, e um certificado de single de platina triplo em “Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La)”, com Gusttavo Lima.


Hungria nasceu em Ceilândia, no Distrito Federal. Filho de uma ex-empregada doméstica, e de um funcionário público, Hungria concluiu o ensino médio e chegou a iniciar um curso superior, porém trancou devido a faltas, pois estava dedicando seu tempo à carreira musical.

Na época em que estudou o ensino médio, Hungria trabalhou de garçom em um restaurante ao lado da escola em que estudava, e muitas vezes teve de servir prato para seus colegas de sala. Como a música ainda não lhe dava retorno financeiro suficiente, sua mãe reprovava a ideia, e o queria dedicando-se aos estudos e que buscasse um emprego formal.

Além da reprovação da sua mãe, Hungria enfrentou diversos preconceitos dentro da cultura hip hop, por ter que no início abordar temas como ostentação, consumismo e carros.

Mesmo sendo uma pessoa parda, por ser filho de uma mulher negra e de pai branco; era chamado de “branco” pelos mais tradicionalistas do rap por ter a pele mais clara, que o julgava roubar o espaço dos negros para pregar o capitalismo.

Hungria costuma sempre abordar em suas entrevistas que o rap é negro, e os brancos que nele estão não devem esquecer disto, porém que há espaço para todos, e que a liberdade de expressão tanto defendida no rap também não pode ser esquecida.

Antes de ter algum reconhecimento significante, Hungria já foi pago por shows com almoço, cerveja, e muitas vezes até se recusavam a lhe pagar. Em 2019 durante uma entrevista, seu empresário Eduardo Bastos revelou que Hungria já chegou a cozinhar macarrão instantâneo com água quente do chuveiro, porque não tinha gás e comida em uma época em que não era pago pelos seus shows.

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